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19/01/2018

Garoto de 7 anos escreve livros bilíngues, cria jogo eletrônico e é premiado pela Nasa

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - MEC - REVISTA GESTÃO UNIVERSITÁRIA – 17/01/2018 – BELO HORIZONTE, MG

O ministro da Educação, Mendonça Filho, recebeu nesta terça-feira, 16, o estudante João Paulo Guerra Barrera, de 7 anos, autor de dois livros bilíngues – português e inglês – sobre planetas e espaço. E assistiu ao jogo eletrônico, criado pelo garoto, com o tema do primeiro livro, No Mundo da Lua e dos Planetas, que foi premiado pela National Aeronautics and Space Administration (Nasa), agência espacial norte-americana.

João Paulo nasceu em São Paulo, em 31 de março de 2010. Pequeno foi morar nos Estados Unidos, onde foi alfabetizado, aos quatro anos de idade. Nessa época, revelou sua curiosidade e interesse pelos astros, pelo espaço, segundo relata sua mãe, Margarida Barrera. Na expectativa de Margarida, o livro de recordes Guiness deverá confirmá-lo como o mais jovem escritor bilíngue do mundo.

Mendonça Filho disse que João Paulo "é um talento extraordinário que encanta, e como criança, no início da vida educacional, escrever e criar jogos, é um exemplo para ser valorizado. E tem o reconhecimento do MEC."

Em conversa descontraída com Mendonça Filho, João Paulo revelou que gosta "mesmo é da terra e de matemática, especialmente raiz quadrada".

No Mundo da Lua e dos Planetas, livro que escreveu aos cinco anos de idade, conta a história de três crianças que construíram um foguete de material reciclado e foram se aventurar na Lua e no espaço. O segundo livro, Morando no Espaço, escrito agora aos sete anos, volta ao tema espaço e reciclagem. "Protejam o planeta", esta é a mensagem que João Paulo disse que deseja enviar aos leitores.

João Paulo foi incentivado a participar e venceu um concurso de jogos eletrônicos, sobre a colonização espacial da Nasa. João desenvolveu o jogo com a orientação dos professores da sua atual escola – Santa Amália Maple Bear (Tatuapé). João concorreu com 6 mil crianças e jovens de até 18 anos, de todo mundo. Com seus livros patrocinados pelos pais, João, que assim gosta de ser chamado, tem na matemática e na pipoca suas maiores paixões.


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SEDUCE-GO - Gerência de Formação Central e Tutoria Pedagógica



30/11/2017

Profissional do futuro precisa equilibrar tecnologia e relações interpessoais

Conhecimento técnico da faculdade deve ser combinado com habilidades sociais

https://g1.globo.com/educacao/especial-publicitario/etapa/etapa-vestibular-2018/noticia/profissional-do-futuro-precisa-equilibrar-tecnologia-e-relacoes-interpessoais.ghtml 

Quem se prepara para entrar no Ensino Superior ou já está no curso, além da pressão dos estudos, também já começa a se preparar para enfrentar o mercado de trabalho. Mas como será o profissional do futuro?

Para o professor do Grupo Etapa, Marcelo Dias Carvalho, é fundamental se manter atualizado por meio de cursos extras ou de forma autodidata. "Essa é uma exigência para todo profissional independentemente da área em que irá atuar", destaca Carvalho.

"O sucesso será determinado não só pelo conhecimento técnico, mas também pela postura do profissional. Quanto mais flexível em sua área de atuação, maior o número de oportunidades e as chances de reconhecimento`, afirma Carvalho.

Além do conhecimento técnico

Durante a faculdade é muito comum que estudantes foquem nos conteúdos e procurem se desenvolver neles por meio de provas e trabalhos. Carvalho reconhece a importância disso, mas ressalta que é necessário também não deixar de lado outras habilidades. Ele destaca que existem as chamadas hard skills (habilidades técnicas) e as soft skills (habilidades comportamentais e sociais), e que é preciso dar atenção para ambas.

As primeiras já são desenvolvidas no âmbito acadêmico e envolvem os conhecimentos técnicos. Já as soft skills são mais difíceis de se ensinar. É o caso da inteligência emocional, bastante valorizada hoje em dia. "É você saber identificar o que as outras pessoas estão sentindo para tomar as melhores decisões", resume. Ele destaca que isso facilita a liderança de equipes. A criatividade é outra habilidade que muitos deixam de lado, mas que faz diferença no mercado de trabalho, pois permite sair da zona de conforto e facilita a resolução de problemas complexos.

Empreendedorismo

Já explorado no ambiente acadêmico, o empreendedorismo também está cada vez mais em evidência. Durante o curso, os alunos podem se preparar para a possibilidade de empreenderem no futuro, mesmo que essa não seja a ideia inicial. Ter conhecimento prévio sobre como elaborar um plano de negócios, reconhecer oportunidades e os riscos de um projeto faz diferença. "Com isso, o jovem estará preparado para identificar uma oportunidade e, se for o caso, empreender com mais segurança", ressalta Carvalho.

A vida acadêmica também pode ajudar a preparar o futuro profissional para o trabalho home office. "As tecnologias ajudam nisso, mas o trabalho à distância envolve disciplina e organização, características que podem ser desenvolvidas durante a graduação", comenta Carvalho.

Bom uso da tecnologia

Com a facilidade que hoje o mundo virtual proporciona para o relacionamento das pessoas à distância, muitos podem achar que manter contato profissional por meio do computador é suficiente. Mas o professor ressalta que, sempre que possível, a tecnologia não deve substituir o contato pessoal. Para Carvalho, o networking feito pessoalmente, utilizando as diferentes formas de comunicação, é uma importante ferramenta de persuasão profissional que não deve ser deixada de lado.


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19/10/2017

Professor terá residência e vaga no Prouni


DA REDAÇÃO - O TEMPO – 19/10/2017 – BELO HORIZONTE, MG

Em razão do alto índice de docentes sem formação adequada no Brasil, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a Política Nacional de Formação de Professores. Entre as medidas a serem implantadas está o preenchimento, a partir de 2018, de 20 mil vagas ociosas em cursos de licenciatura oferecidas por meio do Prouni, que dá bolsas em instituições de ensino superior privada.

Com esse objetivo, serão aceitos candidatos que tenham renda maior do que a permitida para ingressar no programa. Outra ação é o "Programa de Residência Pedagógica", com 80 mil vagas em 2018 para alunos de cursos de licenciatura fazerem estágio em escolas de educação básica.

Também está previsto destinar 75% das novas vagas da Universidade Aberta do Brasil (UAB), que oferece cursos à distância, para a formação de professores. Cursos de mestrado para professores da rede de educação básica, cursos de especialização em educação infantil e cooperação internacional também estão entre as medidas anunciadas.

"Para induzir a formação docente, vamos ampliar os benefícios tanto para a segunda licenciatura, como para a formação inicial, flexibilizando a legislação atual para preencher as vagas ociosas (no Prouni)", disse secretária executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Castro.

De acordo com ela, apenas 60% dos professores de língua portuguesa e 50% dos de matemática têm licenciatura nas suas disciplinas. A consequência, segundo ela, já é conhecida: resultados insatisfatórios nas avaliações nacionais e internacionais.

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04/10/2017

Oito dicas para tirar 1.000 na redação por quem já conseguiu

POR O GLOBO - O GLOBO – 04/10/2017 – RIO DE JANEIRO, RJ

Desde quando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) passou a utilizar a Teoria de Respostas ao Item (TRI), os candidatos perderam o gostinho de dizer que tiraram a nota máxima em uma prova das áreas de conhecimento, a pontuação 1.000. Mas, a redação sacia essa vontade - ainda que para poucos. Para ajudar os estudantes que almejam estar onde somente 71 estiveram no ano passado, O GLOBO entrevistou duas alunas que tiraram 1.000 na redação para darem dicas.

Desiree Abbade, de 18 anos, atualmente estuda Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas este grande sonho só foi conquistado após muita dedicação.

- Quando comecei a estudar, as minhas notas de redação não estavam altas. Decidi fazer dois textos por semana. Ia até a monitoria que tinha no colégio e pedia para corrigirem a minha redação. Eu ficava do lado vendo o que tinha errado e perguntando como podia melhorar - lembra Desirre, que estudou no Colégio de A a Z, da Barra da Tijuca.

A nota cresceu, mas nem tanto quanto ela esperava. A solução foi, novamente, procurar orientação.

- Teve um momento em que comecei a só tirar notas perto dos 800, mas não passava de 900. Perguntei a um professor o que podia fazer para melhorar. Ele me falou para ser mais direta e desenvolver mais claramente minha proposta de intervenção. Quando fiz o Enem, achei que tinha ido bem, mas não achava que seria tanto

Já Sophia Martinelli, que também atingiu a pontuação máxima na prova, afirma que é necessário ter conhecimento sobre diferentes dados e autores, mas que o uso exaustivo deles pode ser prejudicial.

- Na edição de 2015, eu fiz a prova que falava de feminicídio. Eu sabia muitos dados e quis utilizá-los ao máximo. Isso acabou me atrapalhando. Não fui clara no texto. No ano seguinte, aprendi a lição e não me precipitei - conta Sophia.

Tal como Desiree, o treino foi fundamental para ela.

- Eu me preparei durante o ano todo, mas nada exagerado. Fazia textos duas vezes por semana, às vezes uma. - afirma Sophia que inicialmente levou um susto negativo quando foi ver sua nota na prova - Abri o site e vi aquele bando de zero. Achei que tinha zerado a redação, desviado do tema... Só depois entendi que eu tinha tirado 1000.

AS DICAS DE QUEM JÁ TIROU 1.000

1- Simplificar o texto e ser mais direto nos argumentos

2- Deslocar o conectivo de conclusão, não o colocar no início.

3- Variar conectivos para não ficar repetitivo

4- Ler redações de outros candidatos que tiraram notas boas

5- Ao estudar, começar com redação para não fazer já com cansaço

6- É necessário ter várias referências, tanto históricas quanto culturais e buscar intertextualidade

7- Se tiver alguém para corrigir, assista a correção do lado para ver os seus erros

8- Fazer um roteiro da escrita para se guiar durante a escrita



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